A democracia já foi pensada e projetada a séculos atrás. Em Atenas, por exemplo, esse tipo de governo era organizado pelos chamados oradores, pessoas que desempenhavam um papel importantíssimo. Mesmo sem ter participação no governo possuíam influencia decisiva nos acontecimentos políticos.
Para administrar, as autoridades eram escolhidas todas por sorteio, mas esse sistema era feito com candidatos voluntários e estes tinham de passar por exame de capacitação diante do Conselho (Boulé), e eram obrigados a prestar conta a ele. Dentre os vários cargos os principais são os de arcontes (poder judiciário) e os estrategos (general).
Política Geral
sábado, 4 de setembro de 2010
Ditadura X Democracia
“Ditadura é o regime político em que o governante (ou grupo governante) não responde à lei, e/ou não tem legitimidade conferida pela escolha popular. Democracia é um regime de governo em que o poder de tomar importantes decisões políticas está com os cidadãos (povo), direta ou indiretamente, por meio de representantes eleitos — forma mais usual. Uma democracia pode existir num sistema presidencialista ou parlamentarista, republicano ou monárquico.”
Wikipédia.
Como pôde ser lido no trecho acima (retirado da Wikipédia), a ditadura é o oposto da democracia, afinal, enquanto o primeiro não dá lugar à escolha popular, o segundo oferece esse privilégio à população. Existem dois tipos de democracia, a democracia direta, onde o povo expressa sua vontade por voto direto em cada assunto específico, e a democracia representativa, onde o povo elege, através do voto, um representante que toma decisões em nome daqueles que o elegeram. Apesar de já ter passado por uma ditadura militar, o regime político brasileiro atualmente é a democracia representativa. Entretanto, será mesmo que é isso que estamos vivendo? Na época da ditadura militar, os militares mandam em tudo e até roubam, as pessoas não tem liberdade e nem conhecimento dos atos exercido por eles. Hoje (com a democracia representativa), os políticos mandam em tudo e até roubam, as pessoas tem conhecimento disso e não fazem nada, por medo da repressão. E isso acaba sendo uma pior forma de ditadura, afinal, os dominantes dizem que temos liberdade, mas na verdade isso é mentira. E no outro regime, eles dizem que não gozamos desse direito e é a pura verdade. Muitos partidos defendem a democracia, mas na verdade governam como verdadeiros ditadores, obrigando que as pessoas votem neles. Isso só faz uma situação ruim, passar à pior, pois esse ciclo sempre está sendo repetido. O Brasil apresenta um nível de desigualdade social muito grande. O país é muito rico, mas a renda está distribuída de forma desigual. Enquanto o número de milionários cresce, existem pessoas que não tem acesso a uma saúde, educação e alimentação de qualidade. Essa realidade é reflexo da ignorância popular, principalmente dos jovens, que, por influência dos próprios políticos, não têm interesse em política, sendo assim facilmente manipulados. Caso esses jovens tivessem um maior conhecimento sobre política e a constituição brasileira, teriam noção de seus direitos e assim poderiam organizar manifestações para derrubar essa farsa que estamos vendo hoje.
A ditadura conceituada por Aristóteles, Platão e Maquiavel
Aristóteles e Platão consideravam que, a ilegalidade é a marca da tirania. Segundo eles, os tiranos são ditadores que ganham o controle sócio-político pelo uso da força e de farsas. Entre os métodos usados para conquistar e manter o poder, estão: a intimidação, o terror e o desrespeito às liberdades. A sucessão nesse estado de ilegalidade é sempre difícil. Aristóteles atribuiu a vida relativamente curta das tiranias à fraqueza dos sistemas que usam a força sem o apoio do direito. Maquiavel também chegou à mesma conclusão sobre as tiranias e seu colapso, quando das sucessões dos tiranos, pois este é o regime que tem menor duração, e o pior final.
Wikipédia.
Como pôde ser lido no trecho acima (retirado da Wikipédia), a ditadura é o oposto da democracia, afinal, enquanto o primeiro não dá lugar à escolha popular, o segundo oferece esse privilégio à população. Existem dois tipos de democracia, a democracia direta, onde o povo expressa sua vontade por voto direto em cada assunto específico, e a democracia representativa, onde o povo elege, através do voto, um representante que toma decisões em nome daqueles que o elegeram. Apesar de já ter passado por uma ditadura militar, o regime político brasileiro atualmente é a democracia representativa. Entretanto, será mesmo que é isso que estamos vivendo? Na época da ditadura militar, os militares mandam em tudo e até roubam, as pessoas não tem liberdade e nem conhecimento dos atos exercido por eles. Hoje (com a democracia representativa), os políticos mandam em tudo e até roubam, as pessoas tem conhecimento disso e não fazem nada, por medo da repressão. E isso acaba sendo uma pior forma de ditadura, afinal, os dominantes dizem que temos liberdade, mas na verdade isso é mentira. E no outro regime, eles dizem que não gozamos desse direito e é a pura verdade. Muitos partidos defendem a democracia, mas na verdade governam como verdadeiros ditadores, obrigando que as pessoas votem neles. Isso só faz uma situação ruim, passar à pior, pois esse ciclo sempre está sendo repetido. O Brasil apresenta um nível de desigualdade social muito grande. O país é muito rico, mas a renda está distribuída de forma desigual. Enquanto o número de milionários cresce, existem pessoas que não tem acesso a uma saúde, educação e alimentação de qualidade. Essa realidade é reflexo da ignorância popular, principalmente dos jovens, que, por influência dos próprios políticos, não têm interesse em política, sendo assim facilmente manipulados. Caso esses jovens tivessem um maior conhecimento sobre política e a constituição brasileira, teriam noção de seus direitos e assim poderiam organizar manifestações para derrubar essa farsa que estamos vendo hoje.
A ditadura conceituada por Aristóteles, Platão e Maquiavel
Aristóteles e Platão consideravam que, a ilegalidade é a marca da tirania. Segundo eles, os tiranos são ditadores que ganham o controle sócio-político pelo uso da força e de farsas. Entre os métodos usados para conquistar e manter o poder, estão: a intimidação, o terror e o desrespeito às liberdades. A sucessão nesse estado de ilegalidade é sempre difícil. Aristóteles atribuiu a vida relativamente curta das tiranias à fraqueza dos sistemas que usam a força sem o apoio do direito. Maquiavel também chegou à mesma conclusão sobre as tiranias e seu colapso, quando das sucessões dos tiranos, pois este é o regime que tem menor duração, e o pior final.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
CONSCIÊNCIA POLÍTICA
Muitas pessoas imaginam que a política não tem nada a ver com a vida pessoal. É, infelizmente, comum muitas delas afirmarem que não se interessam por política, e, em casos não muito extremos, alguns chegam a dizer que não querem saber de política.
Porém, a cada dois anos, todos os brasileiros são convocados a votar. Quando acontecem eleições, todo brasileiro maior de 18 anos e que ainda não atingiu 70 anos, tem obrigação de votar. Quem tiver entre 16 e 18 anos ou tiver 70 anos ou mais pode votar se quiser, mas não está obrigado. O voto também é facultativo ao analfabeto.
Nesses períodos, a política, ou melhor, os candidatos e seus partidos invadem a vida de todo mundo, pela televisão, pelos jornais, nos outdoors, nas ruas, faixas e, por que não, bicicletas com alto-falantes. Quando é tempo de eleição, os temas políticos aparecem nas conversas, nas discussões sobre os candidatos, nas piadas, nos debates pela televisão, nos telejornais, e até mesmo em discussões nas escolas.
Fora de época das eleições, a preocupação com os temas políticos diminui muito de importância. Pelo menos já não ocupa o centro das atenções e, por decorrência, as matérias de jornais, revistas e da televisão.
Mas e a política, também se torna menos importante?
É claro que não. Na verdade, a política interfere em nossas vidas todos os dias. Por vezes, é fácil perceber. Outras vezes, nem tanto. Assim, de forma clara ou de forma menos aparente, todas as leis e medidas, tomadas por aqueles que foram legitimamente eleitos, interferem direta ou indiretamente em nossa vida. Os impostos que pagamos, o trânsito, a vida escolar, a vida profissional, os laços familiares... tudo é regido pelas leis e pelas decisões daqueles que governam. Por isso é importante termos consciência política.
Quando falo de consciência política significa que não devemos votar por impulso, ou porque disseram que tal candidato é melhor, ou porque votamos no candidato mais forte para não ?perdermos? o nosso voto. Termos consciência política significa que devemos escolher atentamente o candidato que quisermos eleger para votarmos certo, e, para escolhermos bem, depende de se observar diversos aspectos, como analisar as propostas concretas de um partido ou candidato e as informações que aparecem nos programas dos partidos. Devemos avaliar cada candidato, que setor ele mais representa, entender quais tarefas ele vai ter de cumprir no cargo para qual está se candidatando e procurar saber se ele está preparado para fazer isso.
Quando falo de consciência política significa que precisamos participar o tempo todo, isto é, acompanhar acontecimentos, informar-se, debater, aprender, compreender e, é claro, manifestar-se e ouvir as pessoas.
Também não podemos votar por vantagens pessoais, fazendo com que os interesses de um indivíduo se sobressaiam aos interesses do Estado. Como Shakespeare faz com Ângelo, em Medida por Medida, pronuncie as seguintes palavras: ?Uma coisa é ser tentado e outra coisa é cair na tentação?. Se votarmos pensando apenas em vantagens pessoais todos os outros perderão, mas se votarmos pensando num todo, a sociedade inteira ganhará. Devemos excluir esses políticos que nos oferecem de tudo por um voto. Esses são os ?maus políticos?, se é que podem ser chamados de políticos.
O que não podemos pensar é que ?todo político é igual? ou ?não adianta votar porque todo mundo rouba mesmo?, pois existem candidatos sérios, honestos e com propostas viáveis para a melhoria de qualidade de vida da população e para o desenvolvimento da cidade, do estado e do País.
Ao eleitor cabe usar seu poder de análise e avaliação, utilizando seu voto, que é a sua ferramenta, para ajudar a mudar o Brasil.
Porém, a cada dois anos, todos os brasileiros são convocados a votar. Quando acontecem eleições, todo brasileiro maior de 18 anos e que ainda não atingiu 70 anos, tem obrigação de votar. Quem tiver entre 16 e 18 anos ou tiver 70 anos ou mais pode votar se quiser, mas não está obrigado. O voto também é facultativo ao analfabeto.
Nesses períodos, a política, ou melhor, os candidatos e seus partidos invadem a vida de todo mundo, pela televisão, pelos jornais, nos outdoors, nas ruas, faixas e, por que não, bicicletas com alto-falantes. Quando é tempo de eleição, os temas políticos aparecem nas conversas, nas discussões sobre os candidatos, nas piadas, nos debates pela televisão, nos telejornais, e até mesmo em discussões nas escolas.
Fora de época das eleições, a preocupação com os temas políticos diminui muito de importância. Pelo menos já não ocupa o centro das atenções e, por decorrência, as matérias de jornais, revistas e da televisão.
Mas e a política, também se torna menos importante?
É claro que não. Na verdade, a política interfere em nossas vidas todos os dias. Por vezes, é fácil perceber. Outras vezes, nem tanto. Assim, de forma clara ou de forma menos aparente, todas as leis e medidas, tomadas por aqueles que foram legitimamente eleitos, interferem direta ou indiretamente em nossa vida. Os impostos que pagamos, o trânsito, a vida escolar, a vida profissional, os laços familiares... tudo é regido pelas leis e pelas decisões daqueles que governam. Por isso é importante termos consciência política.
Quando falo de consciência política significa que não devemos votar por impulso, ou porque disseram que tal candidato é melhor, ou porque votamos no candidato mais forte para não ?perdermos? o nosso voto. Termos consciência política significa que devemos escolher atentamente o candidato que quisermos eleger para votarmos certo, e, para escolhermos bem, depende de se observar diversos aspectos, como analisar as propostas concretas de um partido ou candidato e as informações que aparecem nos programas dos partidos. Devemos avaliar cada candidato, que setor ele mais representa, entender quais tarefas ele vai ter de cumprir no cargo para qual está se candidatando e procurar saber se ele está preparado para fazer isso.
Quando falo de consciência política significa que precisamos participar o tempo todo, isto é, acompanhar acontecimentos, informar-se, debater, aprender, compreender e, é claro, manifestar-se e ouvir as pessoas.
Também não podemos votar por vantagens pessoais, fazendo com que os interesses de um indivíduo se sobressaiam aos interesses do Estado. Como Shakespeare faz com Ângelo, em Medida por Medida, pronuncie as seguintes palavras: ?Uma coisa é ser tentado e outra coisa é cair na tentação?. Se votarmos pensando apenas em vantagens pessoais todos os outros perderão, mas se votarmos pensando num todo, a sociedade inteira ganhará. Devemos excluir esses políticos que nos oferecem de tudo por um voto. Esses são os ?maus políticos?, se é que podem ser chamados de políticos.
O que não podemos pensar é que ?todo político é igual? ou ?não adianta votar porque todo mundo rouba mesmo?, pois existem candidatos sérios, honestos e com propostas viáveis para a melhoria de qualidade de vida da população e para o desenvolvimento da cidade, do estado e do País.
Ao eleitor cabe usar seu poder de análise e avaliação, utilizando seu voto, que é a sua ferramenta, para ajudar a mudar o Brasil.
Serra cita mensalão e aloprados na TV para abordar quebra de sigilo
O candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, utilizou seu programa eleitoral nesta quinta-feira (2) para falar da quebra de sigilo de sua filha, Veronica Serra, e atacar a campanha de Dilma Rousseff (PT) relembrando escândalos ocorridos durante o governo Lula como o mensalão e o caso da quebra de sigilo do caseiro Francenildo.
O programa do tucano também relacionou a petista ao ex-presidente Fernando Collor e ao ex-ministro José Dirceu e abordou o escândalo dos "aloprados", ocorrido nas eleições de 2006.
A campanha de Dilma Rousseff, que nega envolvimento na quebra de sigilo e anunciou uma com ação contra o tucano pela acusações, não abordou as denúncias em seu programa.
Serra diz estar 'indignado'
O programa do tucano começou com um apresentador falando que “mais uma vez, adversários tentam fazer armação para prejudicar Serra” e citando a quebra de sigilo da filha do candidato. “É como se alguém usasse sua senha de banco, vasculhasse sua conta, invadisse sua casa, revirasse suas gavetas só pra te prejudicar".
Depois, comparou a quebra de sigilo da filha de Serra com a campanha de 1989, quando o programa eleitoral de Fernando Collor mostrou o depoimento de Miriam Cordeiro, uma ex-namorada de Lula que teve uma filha com ele.
"Collor vence a eleição. Como presidente, renuncia para não ser cassado. Hoje, Collor está com Dilma", disse o narrador. Em seguida, foi exibido um vídeo em que o ex-presidente declara apoio à campanha da petista. "A mesma baixaria contra a filha do Lula é agora usada contra a filha do Serra", acrescentou o locutor.
O programa também relembrou o caso dos aloprados e o mensalão. "O escândalo derrubou José Dirceu, apontado pelo procurador-geral da República como membro de quadrilha. Hoje, assim como Collor, José Dirceu está com a Dilma", disse a narração.
Foram mostradas reportagens recentes de jornais sobre as investigações a respeito do vazamento de dados fiscais de Veronica Serra, seguidas de depoimentos de pessoas nas ruas criticando o episódio.
Serra apareceu ao final afirmando estar "indignado" com a quebra de sigilo de sua filha. "Isso não é política, isso é sujeira. Eu sempre quis ser presidente. Apesar de ter me preparado a vida inteira para isso, jamais aceitaria ser presidente a qualquer preço, fazendo baixarias, atingindo os filhos dos outros", disse.
Depois, acrescentou: "Lembra do Francenildo, aquele caseiro de Brasília que teve seus extratos bancários violados pelo governo? Se continuar assim, todos nós seremos francenildos", encerrou o tucano.
O programa terminou com um resumo da biografia de Serra, citado como "um homem de bem, um governante ficha limpa" e afirmando que o tucano tem "mais preparo, mais biografia do que a Dilma".
O programa do tucano também relacionou a petista ao ex-presidente Fernando Collor e ao ex-ministro José Dirceu e abordou o escândalo dos "aloprados", ocorrido nas eleições de 2006.
A campanha de Dilma Rousseff, que nega envolvimento na quebra de sigilo e anunciou uma com ação contra o tucano pela acusações, não abordou as denúncias em seu programa.
Serra diz estar 'indignado'
O programa do tucano começou com um apresentador falando que “mais uma vez, adversários tentam fazer armação para prejudicar Serra” e citando a quebra de sigilo da filha do candidato. “É como se alguém usasse sua senha de banco, vasculhasse sua conta, invadisse sua casa, revirasse suas gavetas só pra te prejudicar".
Depois, comparou a quebra de sigilo da filha de Serra com a campanha de 1989, quando o programa eleitoral de Fernando Collor mostrou o depoimento de Miriam Cordeiro, uma ex-namorada de Lula que teve uma filha com ele.
"Collor vence a eleição. Como presidente, renuncia para não ser cassado. Hoje, Collor está com Dilma", disse o narrador. Em seguida, foi exibido um vídeo em que o ex-presidente declara apoio à campanha da petista. "A mesma baixaria contra a filha do Lula é agora usada contra a filha do Serra", acrescentou o locutor.
O programa também relembrou o caso dos aloprados e o mensalão. "O escândalo derrubou José Dirceu, apontado pelo procurador-geral da República como membro de quadrilha. Hoje, assim como Collor, José Dirceu está com a Dilma", disse a narração.
Foram mostradas reportagens recentes de jornais sobre as investigações a respeito do vazamento de dados fiscais de Veronica Serra, seguidas de depoimentos de pessoas nas ruas criticando o episódio.
Serra apareceu ao final afirmando estar "indignado" com a quebra de sigilo de sua filha. "Isso não é política, isso é sujeira. Eu sempre quis ser presidente. Apesar de ter me preparado a vida inteira para isso, jamais aceitaria ser presidente a qualquer preço, fazendo baixarias, atingindo os filhos dos outros", disse.
Depois, acrescentou: "Lembra do Francenildo, aquele caseiro de Brasília que teve seus extratos bancários violados pelo governo? Se continuar assim, todos nós seremos francenildos", encerrou o tucano.
O programa terminou com um resumo da biografia de Serra, citado como "um homem de bem, um governante ficha limpa" e afirmando que o tucano tem "mais preparo, mais biografia do que a Dilma".
Tribunal concede prisão domiciliar à filha de ex-ministro do TSE morto
O Tribunal De Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDF) concedeu, na tarde desta quinta-feira (2), que Adriana Villela, filha do ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) José Guilherme Villela, termine de cumprir a prisão preventiva a que está submetida em casa.
O ex-ministro, sua esposa, Maria Carvalho, e a empregada do casal Francisca Nascimento da Silva, foram encontrados mortos a facadas no dia 31 de agosto de 2009. Adriana está presa desde o dia 16 de agosto, sob acusação de obstruir as investigações da morte dos três.
A prisão domiciliar de Adriana Villela foi defendida por dois dos três desembargadores do tribunal responsáveis pelo julgamento do mérito do habeas corpus. O desembargador Romão Cícero, relator do caso, defendeu que Adriana deixasse a prisão, mas que fique disponível para a Justiça e a polícia em casa.
O ex-ministro, sua esposa, Maria Carvalho, e a empregada do casal Francisca Nascimento da Silva, foram encontrados mortos a facadas no dia 31 de agosto de 2009. Adriana está presa desde o dia 16 de agosto, sob acusação de obstruir as investigações da morte dos três.
A prisão domiciliar de Adriana Villela foi defendida por dois dos três desembargadores do tribunal responsáveis pelo julgamento do mérito do habeas corpus. O desembargador Romão Cícero, relator do caso, defendeu que Adriana deixasse a prisão, mas que fique disponível para a Justiça e a polícia em casa.
Secretaria estuda recomendar criação de cotas raciais por decreto
O ministro da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Eloi Ferreira de Araujo, informou ao G1 que um grupo de trabalho da secretaria trabalha atualmente em nota técnica que deve recomendar ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva que crie cotas para negros em universidades federais por meio de decreto.
Cotas sociais
O ministro afirmou ser contra universidades que privilegiam cotas sociais a cotas raciais. Estudo do Instituto de Estudos Sociais e Políticos (Iesp) divulgado no começo desta semana mostrou que 71% das universidades federais e estaduais já têm cotas com base em seus conselhos ou leis estaduais. A maioria das instituições, porém, favorece as cotas sociais, para quem vem de escola pública.
Segundo ele, ações afirmativas que só privilegiam o lado social, sem analisar a questão racial, devem ser revistas. "Essas medidas precisam ser revistas porque deveriam ser observados dados técnicos oferecidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Se a população é composta por 80% de pessoas que ganham até cinco salários, então vamos fazer isso. Se for qualquer outro número, é só para dizer que está fazendo. É coisa para inglês ver. É como se não tivesse havido a grande ofensa da escravidão e houve. Qualquer informação que não leve em consideração a gravidade que foi a escravidão, não é sequer educativa. Deveria observar os dois aspectos, sociais e raciais."
Para Eloi Araujo, no entanto, pode-se discutir por quanto tempo as cotas raciais seriam válidas. "Isso é justiça social e não precisa ser para sempre. Podemos estabelecer por um período, duas décadas, e depois analisar a evolução."
Cotas sociais
O ministro afirmou ser contra universidades que privilegiam cotas sociais a cotas raciais. Estudo do Instituto de Estudos Sociais e Políticos (Iesp) divulgado no começo desta semana mostrou que 71% das universidades federais e estaduais já têm cotas com base em seus conselhos ou leis estaduais. A maioria das instituições, porém, favorece as cotas sociais, para quem vem de escola pública.
Segundo ele, ações afirmativas que só privilegiam o lado social, sem analisar a questão racial, devem ser revistas. "Essas medidas precisam ser revistas porque deveriam ser observados dados técnicos oferecidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Se a população é composta por 80% de pessoas que ganham até cinco salários, então vamos fazer isso. Se for qualquer outro número, é só para dizer que está fazendo. É coisa para inglês ver. É como se não tivesse havido a grande ofensa da escravidão e houve. Qualquer informação que não leve em consideração a gravidade que foi a escravidão, não é sequer educativa. Deveria observar os dois aspectos, sociais e raciais."
Para Eloi Araujo, no entanto, pode-se discutir por quanto tempo as cotas raciais seriam válidas. "Isso é justiça social e não precisa ser para sempre. Podemos estabelecer por um período, duas décadas, e depois analisar a evolução."
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